quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Entrevista Com o Força Ingovernável


A Força Ingovernável está mais forte do que nunca, mantendo sempre a sua visão libertária e a levando incansavelmente ao gueto. O som é um sim ao ideal anárquico e um convite à reflexão sobre o mundo capital, à política externa e interna (diga-se de passagem, podre) brasileira, e ao comportamento humano. Sua raiz de propagação sonora espalha -se pelo solo profundo das periferias e das quebradas, fertilizando as mentes , fazendo com que elas vejam que existe uma verdade incontestável e libertadora no chão escuro da sociedade...Uma verdade que fica camuflada, mas que por eles é mostrada,quando cantam e quando participam de projetos libertários que esclarecem e levam as histórias da realidade à uma população que já cansou de ser enganada, explorada.

Abaixo segue entrevista com eles.



01 - Como a banda surgiu?
A banda vem de varias formações a 1 formação surgiu entre amigos que militavam na ump (união do movimento punk)e com alguns que não militavam.Foi se articulando e montando a banda, alguns integrantes foram entrando depois de a banda já estar estruturada.Atualmente o Rodrigo é o mais antigo e único que está no força des de a primeira formação que não tinha muito a ver com a ideia de propagação de hoje. 02 - Quais são os materiais lançados até hoje?
Bom essa questão é bem delicada por que devemos muito aos camaradas, os materiais que temos são de formaçõesantigas e que não tinham muito a vê com a ideia da banda hoje em dia. São materiais muito ruins e mal gravadosTemos o cd 1 com a primeira formação e depois com uma outra formação gravamos para uma coletanea da FOSP 3 musicasessa gravação ficou pior que a 1. 03 - Como se dá a participação dos integrantes no meio político?
Somos militantes do sindicalismo revolucionario todos, é uma exigencia nossa já que somos uma banda anarcosindicalistamilitamos na FOSP/COB/AIT, em seções diferentes.Alem da militância sindical revolucionaria, levantamos a bandeira do MLB(movimento libertario brasileiro) que muita gente diz não existir e que seja uma coisa inventada da FOSP, lamentamos a falta de informação e ignorância das pessoas que falam issopois não conhecem a historia do anarquismo no brasil.Enfrentamos muito pré conceito de alguns "anarquistas", os mesmos nos compara como militantes do sindicalismo amarelo reformistasão desconhecedores do sindicalismo assim como do anarquismo falam de coisas que menos entendem e isso é muito ruim.Acho que os mesmos que nos criticam nunca pegaram uma letra nossa para ler o que falamos em nossas canções.
04 - Atualmente, uma questão bastante levantada no meio anarcopunk é a união entre anarcopunks e skins anarquistas (RASH's). Qual é a opinião de vocês a respeito dessa união? 1º que rash é uma união de skins marxistas/bolchevistas com "anarquistas" daí perguntamos como pode um anarquista militante ter uniãocom marxista?É água e éleo, não tem mistura.Depois vem a questão do skin no brasil, o que se vê atualmente é tudo baseado na europa, por aqui a coisa é diferente por que aqui começou diferentetipo na europa oi! é musica aqui no brasil é careca, daí do nada aparecem pessoas que se dizem oi! anarquista? Complicado.Entendemos que o que se vê atualmente é uma maré de pagança de pau apenas, tem especulador que fala em movimento damos risada disso pois os mesmos são muito infantis e acham que as coisas se dão dessa maneira.É lamentável em ver hoje em dia os punks juntos com skin mais isso só prova que esses "punks" não se importam com questões políticas para eles é muito fácil andar com skins por que não são contestadores de nada são apenas modistas roqueiros ou seguidores de tendências, o que torna o punk cada vez mais morto do nunca deixando o legado de que punk seja som rebiti e cabelo pintado.Particulamente achamos a cultua skin negativa no meio libertário por que é da cultura skin o uso da violência, o nacionalismo, a intolerancia, e são questões que batem de frente com os princípios anarquista, se lá fora dá certo, e têm skins realmente anarquistas e militantes é outra coisa. Aqui não é lá não, sobrevivemos lá, a nossa realidade é aqui. Se lá ocorre isso, não que dizer que aqui tambem tem que acontecer.Atualmente somos uma das poucas bandas anti oi! de são paulo e até do brasil, quase todo mundo agora anda junto com skin, toca junto.Lamentamos, e geralmente não participamos de sons punk, 1º por que achamos o punk atual muito apatico e ignorante tem informação mais não quer se informarsalvos algumas pessoas claro, e 2º por que atualmente onde se vai tem o modismo skin e seus jargões tipo estampado pra tudo que é lado antifa ouantifascista, porem os mesmos garotos que falam e estampa isso não sabem o que é fascismo tão pouco antifascismo.
05 - Qual é a posição dos integrantes em relação ao vegetarianismo/veganismo?
Questão pessoal, na banda existe vegetarianos de um bom tempo, assim como carnivoros e o respeito é bilateral.Não levantamos o vegetarianismo como bandeira de luta mais sim como uma questão pessoal, uma forma melhor de viver mais saudável assim como o naturismo, apoiamos a questão mais não queremos formar opinião de ninguém em relação a isso. 06 - O que vocês pensam sobre o movimento anarquista no Brasil em relação aos outros países? Existe uma boa aproximação ou deveriam estar mais próximos? O MLB (movimento libertario brasileiro) está em fase de reconstrução assim como a COB (confederação operária brasileira). Fomos muito feridos pela ditadura,e essa nos levou boa parte de nossos materiais assim como imóveis, acabou com organizações jornais e etc.Matou muitos camaradas e hoje em dia o movimento é de praticamente jovens devido a ditadura, e boa parte desses jovens são enganados ou bebem de fontesque rompem com os princípios anarquistas.Já em paises na europa por exemplo se tem um grande número de anarquistas, e muitos anarquistas mais velhos e de princípio, existem até comunidadesrurais anarquistas.Achamos que precisamos estreitar os nossos laços e tornar o movimento do brasil federado a IFA (Federação anarquista internacional).O primeiro passo foi dado aqui em são paulo com a fundação do CRA (comitê de relações anarquistas) já com essa finalidade de aproximar os grupos do brasil inteiro ate que possamos organizadamente desenvolver uma verdadeira federação de anarquistas.
Para terminar, falem um pouco sobre os projetos futuros da banda ou alguma outra coisa que queiram colocar que não foi dito nas respostas. Não temos muitos projetos pensamos apenas em caminhar com nossa luta na verdade, ultilizamos a música como ferramenta e propaganda de luta.Entedemos que a música desperta sentimentos com algo que se identifique, e tentamos chegar ao máximo nesse sentimento nas pessoas que ouvem.Queremos deixar claro que não nos assumimos apenas como banda e sim como um coletivo temos nossos meio de propaganda e agitação desse coletivo, que é o força,e a musica é como se fosse uma ferramenta de propaganda e agitação desse coletivo.Estamos para gravar finalmente e esperamos que no inicio de 2010 nosso material de áudio esteja circulando junto com nossos zines.Pretendemos organizar atividades para ajudar a COB e nessa luta fazer o que gostamos mais de fazer que é falar/tocar diretamente para classe trabalhadora. Grande abraço revolucionário a tod@s camaradas. Para contatos: auroraobrera@yahoo.com.br
Todas as questões foram respondidas por Rodrigo em concenso com os outros camaradas que compõe o força.


Por Guilherme Ferraz

Edição: Priscylla Alves

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O MURO QUE GRITA




A intervenção urbana teve suas origens na Antiguidade Clássica, em Roma, quando cidadãos comuns escreviam com carvão ( chamado de grafite) nas construções arquitetônicas da cidade, particularmente nos muros e nas catacumbas, palavras de ordem contra as arbitrariedades da política e profetizações. O grafite moderno surgiu com o movimento contracultural de maio de 68, nas origens do movimento hip hop quando jovens do Bronx se utilizavam de tintas em spray para escrever desenhos artísticos e frases de protesto. Se alastrando pelo mundo, a intervenção urbana absorveu pessoas e criou vários em Amsterdã, Berlim, Paris e Londres artistas, como Jean-Michel Basquiat (que usava o pseudônimo de SAMO), Ori Hilal, Keith Haring e Kimmy Scharf. Eles faziam de edifícios e fábricas abandonadas o suporte de suas ações diretas. Seus trabalhos chegaram ao Brasil em 1983 na XVII Bienal de Arte de São Paulo. Aqui influenciaram com sua arte marginal nomes como Alex Vallair, Martuck e Zaidler , que começaram a desenvolver fora das grandes galerias trilhas visuais de questionamento político e de belas imagens. Em 1985 esses mesmos nomes divulgaram seus trabalhos na XVIII Bienal. A profetização e o protesto político abriram espaço para o questionamento contracultural, a manifestação apurou-se parindo novas técnicas como o stencil, a colagem, a aerografia, as instalações. A ação abre espaço para o debate público, livre, fora dos grandes e tendenciosos meios de comunicação direcionados para a massa. Política ou poética é a arte do povo que expressa a opinião da pessoa comum, nascida na periferia, marginalizada. Arte livre de qualquer censura, de mordaças, rápida e impactante. A seguir entrevista com Júnior Dish, interventor urbano situado em Goiânia.
Priscylla:Como você começou a trabalhar com intervenção urbana? [

Júnior Dish.:Desde os meus 16 anos, quando eu tive acesso a um curso de grafite que estava sendo realizado pela Secretaria da Juventude do Estado de Goiás. Eu já tinha vontade de fazer, desde muito cedo, sempre achei que a arte é marginal. Escrevia em tudo, sempre achei que a cidade inteira é um bloco de papel. Então comecei nesse curso de grafite não tendo idéia de nada e desenvolvi algumas coisas que nunca achei que seriam úteis.
Priscylla: Que tipo de coisas?
Júnior Dish: Acabei utilizando as técnicas que aprendi mais tarede na pixação e vandal art, escrever rápido com spray e canetão, a usar traços e linhas belas e suaves. Sempre procuro abordar temas que tenham a ver com frases ácidas, coesas e obscenas. Uso traços na imagem figurativa da mulher. Sempre procuro me lembrar de um traço que vi em alguma mulher...e depois passar ele pros meus desenhos, sempre a figura feminina como primeira pessoa, mulheres nuas, é claro.
Priscylla: E seus temas mais recorrentes?
Júnior Dish : Uso temas que sei que irão constranger os espectadores, palavrões e sempre o non-sense, política acho meio clichê. Mas eu ofendo e dou minha face para ser ofendida.

Priscylla: Você vai contra alguma corrente de intervenção urbana? Tem alguma coisa que te desagrada?
Júnior Dish: Desagrada o fato da demarcação de território que a pixação utiliza...Pra que isso ? Não somos cachorros...É uma panela filha da puta isso, a arte marginal te liberta disso, covê tem a liberdade de fazer o que quiser. Desde que não prejudique ou tampe o trabalho de um outro artista.

Priscylla: E qual sua impressão sobre a arte urbana?
Júnior Dish: A arte urbana é pra fora das grandes galerias...A arte é verdadeiramente marginal, é instinto, alma, atitude, e tudo o que ela pode ser...Não há cidade sem a arte urbana, e também o mesmo sem a cidade...então escreva o que quiser nas paredes dela...você já fez isso quando era criança, ou se não, já deu vontade de fazer, a arte urbana nada mais é do que um instinto guardado dentro de você, de dizer que tu existe! Então piche, escreva o que você tem vergonha de falar...escreva fora da sua casa, nas paredes da sua rua, ônibus, na escola, e escreva o que pensa sobre tudo...grite bem alto nos muros da cidade, e mostre o que a arte pode fazer com outras pessoas, sendo que já fez com você... O tornou Art!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

SALVADOR É O CARA




SALVADOR É O CARA.




Amigo meu, artista de Goiânia, o Salvador é um representante digno da arte de desenhar.


Formado em artes pela FAV-UFG, o cara manda muito bem mesmo.


Suas técnicas são diversas...aquarela, nanquim...


bom, aí vai um pouco do trampo dele




curtam e comentem!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

OLHANDO PARA




o olho nada nas profundezas oceânicas abissais

entre peixes fluorescentes e cristais de sais

seu cílio único ricocheteia e avisa

nadar e se refrescar é tudo que ele precisa

olho nada para o abismo do oceano

olho pinga suas lágrimas para abastecer o mar

olho perfura a água fluída para alívio encontrar

ela está lívida

deitada na cama

o olho se fecha

um nome ela chama.


POR PRISCYLLA

DOÑA MALDAD & GENERACION PERDIDA!


BANDA BOA...

depois conto a história deles pra vcs gente

to mals agora =) sejam felizes!

DOWNLOAD

CANTA!!!


a pastilha do grito

irá detonar sua garganta

canta

até o som chegar no alto

e arranhar o infinito

a pastilha do grito

vai virar caldo no céu da boca

deixa a pastilha derreter

deixa a água doce escorrer

pela sua rosada

escamada garganta

encara o frio da manhã

e canta.


POR PRISCYLLA

BULIMIA!!!!


Foi em meados de 1998 que Bianca e Berila se encontraram e tiveram uma conversa que revelou o desejo em comum de ter uma banda só de garotas. Ambas já tinham alguma experiência com bandas, inclusive só de garotas, mas estavam sem tocar na época. Juntas formavam uma boa estrutura, com Berila na bateria e Bianca na guitarra, mas sabiam que seria um desafio encontrar garotas dispostas a tocar punk rock e enfrentar o antiquado, porém inevitável, preconceito à emancipação feminina. Apesar disso, estavam dispostas a tentar. Pensando em quem aceitaria tal missão, Bianca chamou a amiga Silvia, que estava aprendendo as primeiras notas no baixo. Faltava apenas uma pessoa para completar o quarteto, e Iéri, amiga de Bianca, surgiu como a opção definitiva. Pronto! Estava formada a banda. BULIMIA - este foi o nome escolhido para a banda. O nome de uma doença que atinge tantas mulheres, obcecadas por um padrão de beleza ditado pela mídia, não podia ser melhor para uma banda, que luta justamente contra a cultura machista e patriarcal de nossa sociedade, que trata as mulheres como simples objeto, que deve seguir um padrão estereotipado de beleza para serem aceitas. Foi com essa idéia que Bianca escreveu o que mais tarde acabaria virando o hino da banda, uma música sobre mulheres que deixam de fazer o que querem por achar que é coisa de homem, a clássica "punk rock não é só pro seu namorado." Elas estavam empolgadas! Ensaiavam pelo menos duas ou três vezes por semana na garagem da casa da Berila. Silvia estava começando a faltar pelo fato de não ter horários compatíveis com os das outras garotas. Sem que dessem Naiana, que já havia tocado em outras bandas com Bianca, foi assumindo o baixo. Como já tinham seis músicas prontas, resolveram fazer uma gravação caseira para ter uma idéia do que estavam fazendo. Foi impossível esconder a satisfação e orgulho daquela gravação tão tosca! Elas não só tinham conseguido montar uma banda de garotas como tinham em suas mãos o fruto desse projeto. Foi na época em que o Misfits, uma banda de punk rock americana, veio se apresentar no Brasil, pela primeira vez, em julho de 1998. E como toda fã, Bianca se preparava para ir a São Paulo assistir o show, aproveitando a situação para levar em sua mochila algumas fitas com a tal gravação. Essas fitas foram entregues a um amigo de Campinas, um de Taubaté e outros de São Paulo capital sem muita pretensão, pois era apenas uma gravação caseira. Mas com isso, a banda começava a ficar conhecida por amigos mais distantes. Em Agosto de 98 elas entraram num estúdio para gravar uma demo com as 6 músicas prontas. A inexperiência impediu que o resultado fosse 100% satisfatório, mas como toda banda de punk rock, a preocupação não era se o som estava bom, e sim se era possível que as letras fossem entendidas. Nessa época, surgiu o convite para participar com duas músicas de uma coletânea de bandas femininas do Brasil, organizada pelas amigas das bandas feministas paulistas TPM e Dominatrix. O convite era irrecusável, já que a idéia era divulgar aquela gravação. Bulimia foi a primeira banda da coletânea, que acabou recebendo o nome de "punk rock não é só pro seu namorado" Em outubro de 98, o namorado da Bianca, Alvaro Dutra, resolve gravar 10 músicas, e ela entra em estúdio com ele participando tanto da gravação (tocando guitarra e cantando) quanto da produção. Isso deu a ela uma visão mais ampla de como trabalhar num estúdio, tanto pelo fato de Álvaro já ter alguma intimidade com estúdios por ter feito algumas outras gravações antes, como pelo descompromisso do trabalho, e pela amizade com o dono do estúdio. Com uma visão mais ampla de como conduzir uma banda, Bianca sugeriu que o Bulimia entrasse em estúdio para gravar 15 músicas e lançar um CD independente. Escolhendo o estúdio com o qual já tinha intimidade, tudo parecia simples: chegar, gravar e sair. Acontece que os horários disponíveis no estúdio não condiziam com os delas e isso acabou prejudicando a agilidade da gravação, que levou muito mais tempo do que o planejado devido as curtas sessões de gravação, que as vezes chegavam a uma hora por semana. Após gravar os instrumentos e vozes, passaram para a fase de mixagem e masterização. Mais uma vez, um imprevisto atrasaria ainda mais a produção: o estúdio estava mudando de lugar. Após alguns meses parados, Bianca e Alvaro retomam a produção dando os últimos retoques necessários ao disco. Nesta época, Bianca, Alvaro e Bruno Cavalcanti, juntaram seus projetos e fundaram o PROTONS, selo que teria como primeiro lançamento o cd "Se julgar incapaz foi o maior erro que cometeu", do Bulimia. Tudo pronto, o cd é enviado para a fábrica com a promessa de ser entregue em 10/02/2001. Para a tristeza de todos os envolvidos com a produção do cd, assim como com a banda, chega a notícia de um sério acidente, envolvendo Berila e o namorado (Bill). Após três dias desaparecidos, seus corpos foram encontrados numa cachoeira do Vale da Lua (Chapada dos Veadeiros). A notícia do afogamento do casal gerou muita tristeza, afinal, a banda perdeu não só uma amiga, mas a integrante que, junto a Bianca, fez a banda. Não havia muito sentido em continuar. Todos estavam muito abalados, e não se deram conta de que o cd que deveria chegar no dia 10 de fevereiro ainda não havia chegado. Ao ligar para o representante responsável pelo cd, a surpresa: o cd não estava pronto, e ainda não tinha previsão de ser entregue. Nisso, correram boatos de que o tal representante não estava trabalhando como deveria e já tinha causado problemas a outras pessoas. O desespero foi total ao se dar conta de que todo o dinheiro investido talvez estivesse perdido. Após muitos problemas, investigações e interurbanos, o cd finalmente fica pronto, no dia 15 de abril. Apesar da banda já não existir, o cd "Se julgar incapaz foi o maior erro que cometeu", que contém 15 das 16 músicas que a banda compôs, é um registro bem completo do que essas quatro garotas fizeram em sua curta carreira. Hoje: Ieri e Naiana estão envolvidas com suas vidas profissionais sem tempo para bandas. Bianca, além de trabalhar com a PROTONS, toca na banda Pulso.

Ps.: Texto retirado do myspace da banda.


DOWNLOAD: BULIMIA - SE JULGAR INCAPZ FOI O MAIOR ERRO QUE COMETEU